sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Quando Vermifugar e vacinar?

QUANDO DAR O VERMÍFUGO?

O ideal da vermifugação inicia-se 2 semanas após o nascimento do animal e deve ser repetido com 4, 8 e 12 semanas de idade e aos 4, 5 e 6 meses. Nas primeiras vermifugações, quando o filhote ainda se encontra junto a mãe, deve-se vermifugar a mãe para evitar reinfestações. Os cachorros adultos devem ser vermifugados pelo menos 2 vezes ao ano ou conforme orientação do seu veterinário.O ideal é que quando filhote, o animal seja vermifugado 4 vezes por ano, e quando adulto, 2 vezes por ano.

QUANDO VACINAR?

Inicialmente é importante saber se o animal bebeu o colostro (leite produzido no começo da lactação) de sua mãe e se ela tinha sido vacinada. O colostro é muito rico em gordura, proteínas e carboidratos, além de anticorpos maternos que protegerão o filhote nas primeiras 8 semanas de vida. Quando filhotes devem tomar a vacina ôctupla com 2, 3 e 4 meses de idade e contra raiva aos 4 meses.Quando adultos devem tomar a ôctupla 1 vez por ano e contra raiva também uma vez por ano.

Vale lembrar que algumas raças de cachorro, como o Dobermann e o Rottweiler, são mais sensíveis e exigem um esquema de vacinação específico. Nesses casos também pode ser administrada a primeira dose aos 45 dias de vida e as subseqüentes em intervalos de 30 dias entre as aplicações.

É importante que seu cachorro receba todas as doses quando filhote, pois elas o protegerão de várias doenças ao longo de sua vida. É extremamente recomendável não sair com o cachorro na rua antes dele receber todas as doses.

De qualquer maneira, é recomendada a consulta ao seu veterinário para estabelecer o melhor programa de vacinação e vermifugação para seu bichinho.

QUAIS VACINAS?

OS GATOS

Os gatos tomam vacinas para: Leucemia felina,Clamidiose,Rinotraqueíte,Panleucopenia felina e raiva

OS CÃES

Os cães tomam vacinas para: Déctupla,Anti-rábica,Giardíase,Tosse dos canis



QUAIS DOENÇAS EVITAR?




LEUCEMIA FELINA:É causada por um Retrovírus, específico para gatos, portanto não transmissível para o Homem ou cães.A transmissão se dá através de mordidas (saliva) ou contato com gatos doentes (secreções nasais, espirros, lambedura, fezes, uso do mesmo sanitário).A prevenção é através de vacinação, com reforço anual. Alguns gatos podem apresentar reações à vacina, mas é preferível essa reação de curta duração do que a morte por uma doença tão terrível.Quando o Retrovírus penetra no organismo do gato, se reproduz inicialmente no tecido linfático, que é a primeira barreira de defesa. Alguns animais conseguem combater o vírus com sucesso neste local. Se isso não ocorre, o vírus então passa a atacar a medula óssea, onde as células vermelhas e brancas são produzidas. Pode então ficar latente e se reativar, até anos depois, em caso de falha do sistema imunológico.

CLAMIDIOSE:é causada por uma bactéria chamada Clamidia psittaci. Além de infectar os gatos, também pode ser transmitida para pássaros e humanos, portanto, trata-se de uma zoonose.A doença pode ser transmitida de um gato infectado a outro por contato direto ou pelo contato com secreções infectadas. Gatas prenhes infectadas também podem transmitir a bactéria a seus filhotes recém-nascidos.Os sinais clínicos incluem conjuntivites e rinites, além de conjuntivite neonatal, comum em animais nascidos de gatas contaminadas ou em gatis infectados. Na maioria dos casos, os sintomas podem persistir por 2 a 3 semanas, entretanto, nos casos mais crônicos, com infecção secundária, os sintomas podem permanecer por vários meses.Com relação ao tratamento, ele é feito através de pomadas oftálmicas que devem ser aplicadas em média 6 vezes ao dia durante no mínimo 10 dias.
A melhor maneira de evitar a doença é através da vacinação dos animais. A desinfecção ambiental com hipoclorito de sódio ou com amônia quaternária em locais de grande concentração de animais também ajuda a evitar futuras infecções.


RINOTRAQUEÍTE:é uma doença do trato respiratório superior de felinos,acomete tanto a espécie doméstica quanto as selvagens.Extremamente freqüente, esta doença é causada pelo herpesvírus felino e a maioria dos gatos que se recuperam da infecção tornam-se portadores assintomáticos, ou seja, eles albergam o vírus no organismo de forma latente e podem eliminá-lo do vírus no ambiente, associado ou não a sinais clínicos. Eventualmente, situações de estresse — como cirurgia, doenças concomitantes, hospedagem e internação em clínicas — são suficientes para que haja replicação do vírus, rescidiva dos sintomas clínicos e sua disseminação.Febre, espirros seguidos, conjuntivite, rinite e salivação - o animal fica babando (é, por esse sintoma, às vezes confundida com a raiva) devido à presença de lesões ulcerativas (aftas) na boca, língua e lábios que causam muita dor e impedem o gato de comer. Há também descarga catarral pelo nariz. A doença pode ser fatal para filhotes e animais debilitados. O tratamento deve ser instituído logo aos primeiros sintomas, principalmente para aliviar a dor causada pelas aftas para que o gato não pare de se alimentar


PANLEUCOPENIA FELINA: também conhecida como laringoenterite contagiosa ou agranulocitose infecciosa, é uma doença viral que acomete exclusivamente felinos. Ela é causada por um vírus pertencente à família Parvoviridae, sendo classificado como parvovírus felino.Não há uma preferência por idade ou sexo, no entanto, o vírus infecta e manifesta-se principalmente em gatos jovens, entre 1 e 2 meses até 1 ano de idade, sendo rara sua ocorrência em animais adultos.Este vírus é encontrado em todo o ambiente por ser altamente contagioso. Seu reservatório são os próprios gatos, sendo transmitido através do contato direto entre animais doentes e susceptíveis, por meio de alimentos, água contaminada, excretas, vômito e também por aerossóis, em casos de comprometimento do trato respiratório. Outro modo de transmissão se dá através de ectoparasitas infectados.Os sintomas variam de acordo com o estágio de desenvolvimento do felino no período que é exposto ao vírus. Podo ocorrer a infecção transplacentária, podendo levar à alterações teratológicas (má formações fetais). Nos casos da infecção ocorrer em animais recém-nascidos, freqüentemente há o aparecimento de lesões cerebelares, sendo observados sinais de alterações no sistema nervoso central como incoordenações motoras, andar cambaleante, entre outros. Já em filhotes mais velhos, os sinais clínicos vão desde infecções praticamente assintomáticas até os casos de morte súbita, sendo as manifestações clínicas: depressão, inapetência, febre, êmese, desidratação, diarréia fétida e abdômen sensível à palpação.O tratamento é caro e trabalhoso, no entanto, animais que conseguiram sobreviver de 5 a 7 dias, têm grandes chances de não vir à óbito, pois a patogenicidade do vírus se desenvolveu agudamente.
A profilaxia é feito através da vacinação, sendo que os gatos jovens devem ser vacinados contra a panleucopenia felina aos 2 meses de vida e o reforço, depois de um mês. Os adultos, em especial as fêmeas, devem ser vacinados todos os anos para a manutenção do nível de anticorpo.


RAIVA:é uma doença provocada por vírus, caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos. Transmitida por cão, gato, rato, bovino, eqüino, suíno, macaco, morcego e animais silvestres, através da mordedura ou lambedura da mucosa ou pele lesionada por animais raivosos.A raiva pode apresentar vários sinais clínicos, tornando-se difícil diferenciar de outras síndromes nervosas aguda progressivas. Os sinais podem incluir alterações de comportamento, depressão, demência ou agressão, dilatação da pupila, fotofobia (medo do claro), incordenação muscular, mordidas no ar, salivação excessiva, dificuldade para engolir devido à paralisia da mandíbula, déficit múltiplo de nervos cranianos, ataxia e peresia dos membros posteriores progredindo para paralisia.O animal com suspeita de raiva deve ser isolado e ficar em observação ou sofrer eutanásia, para ser realizado um exame do cérebro e tronco cerebral em busca do vírus. Se houve exposição humana ou animal de um outro animal com sintomas clínicos sugestivos de raiva, deverá ocorrer inoculação em camundongos para verificar a presença do vírus, isto quando o exame cerebral der negativo.
Esses animais (cães e gatos) que morderam seres humanos e apresentaram sintomatologia nervosa devem sofrer eutanásia e ter seus cérebros examinados para verificar a presença do vírus da raiva. Já cães e gatos sadios, de donos conhecidos, devem ser confinados por dez dias de observação após a mordida, em busca de sintomas de raiva (para verificar se a pessoa foi exposta à raiva). Caso o resultado dê positivo, com a presença do vírus da raiva, deverá ser iniciada a imunização o mais rápido possível, pois não há período de espera seguro.
Caso este cão e gato estejam atualmente imunizados (tomaram vacina contra a raiva) e foram mordidos por um animal comprovadamente raivoso ou mordidos por animais silvestres numa área onde há casos de raiva, devem ser revacinados e observados durante 90 dias. Entretanto, os animais não vacinados devem sofrer eutanásia ou, se o dono não quiser, devem ficar confinados a um estrito isolamento durante 10 dias. Após este período (e se estiver sadio) poderá voltar ao seu dono.


TOSSE DOS CANIS:é uma condição mórbida caracterizada por infecção respiratória aguda e altamente contagiosa, acompanhada de quadro de tosse paroxística, podendo haver expectoração variável bem como secreção óculo-nasal em alguns casos.Os sintomas clínicos da doença, o quadro de tosse estridente de intensidade variável, são atribuídos à infecção do epitélio da cavidade nasal, laringe e traquéia, assim como, brônquios, bronquíolos e o interstício pulmonar. Os quadros mais brandos e autolimitantes são relacionados à infecção por um único agente, sendo na maioria das vezes de resolução rápida, apesar da imunidade produzida ser considerada de curta duração, podendo o animal tornar-se susceptível a uma nova infecção em poucos meses.Várias vacinas estão licenciadas e comercialmente disponíveis para proteção contra a B. bronchiseptica, Adenovírus canino tipo 2 e vírus da parainfluenza canina. Atualmente, existem vacinas vivas-atenuadas para aplicação intranasal e vacinas inativadas para uso injetável. A eficácia de ambas as vacinas já é bem conhecida e considera-se que independentemente da via de administração, cães vacinados desenvolvem quadros mais brandos da doença quando comparados com animais controle (não vacinados) após desafio com cepas virulentas.




Essas informações são a título de curiosidade,consulte o veterinário antes de tentar medicar seu bichinho.

Um comentário:

  1. Que linda!!!!
    Parabéns pelo blog Kell, e obrigado por seguir o meu rsrsrs
    Vou passar pra mary ela vai adorar!!!!!
    Bjus
    Léo

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